A travessia
A regata das 17 caravelas
Cada objetivo é uma caravela com nome. A posição na água é real: um indicador-farol por objetivo, medido à partida (2015) e hoje, a caminho do porto (a meta de 2030). Toca numa caravela para veres o diário de bordo.
Contexto oficial: no balanço da ONU de 2024, só cerca de 17% das metas globais estavam no rumo para 2030. Por isso este mapa mostra posições verdadeiras — não desejos.
O mapa de bordo
Dez relações × 17 objetivos
A matriz institucional do projeto: cada relação do nosso painel de instrumentos contribui para objetivos concretos da Agenda 2030. Todos os 17 são tocados — nenhuma caravela navega sozinha.
ponto colorido = a relação contribui para esse objetivo · em média, cada relação toca 3–5 ODS
Navegar connosco
Para quem quer embarcar
Este mapa existe para que universidades, empresas, escolas e municípios encontrem o seu lugar a bordo — na língua que as instituições e os programas de financiamento já falam.
Co-criar conhecimento
Os dados abertos do Observatório como matéria-prima de teses, provas de conceito e publicações, em parceria com universidades e centros de I&D. Rigor metodológico, fontes públicas, resultados replicáveis.
Aprender com a rota
Oficinas de design thinking para escolas e municípios: as dez relações como currículo, os ODS como mapa, o Espelho e a Voz como experiências de empatia. Prototipagem rápida com jovens tripulantes.
Reportar com evidência
Cada iniciativa do projeto reporta na gramática da Agenda 2030: relação → objetivo → indicador → evidência. Pronto para candidaturas, relatórios de sustentabilidade e avaliação de impacto.
método · Um indicador-farol por ODS — o quadro oficial da ONU tem 231 indicadores; este mapa escolhe, para cada objetivo, um farol mundial legível e comparável. Partida = 2015, o ano da Agenda. Dados em direto da API aberta do Banco Mundial quando existem agregados mundiais; onde não existem (ODS 12 e valores assinalados), usam-se referências públicas — FAO, Global Footprint Network, Remittance Prices Worldwide — marcadas como «ref.». Metas: oficiais quando a Agenda as define em número; referências explícitas quando não. As posições das caravelas são honestas por desenho: preferimos uma rota verdadeira a um mapa bonito.